Conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre a sistematização da assistência de enfermagem

Knowledge of nursing professionals on systematization of nursing assistance

Conocimiento de los profesionales de enfermería sobre la sistematización de la asistencia de enfermería

  • Rachel Mola Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Mestranda em Hebiatria pela UPE, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Associada pela UPE / UEPB, Professora Assistente do UPE (Campus Petrolina)
  • Megliane Lopes Dias Graduanda em Enfermagem pela UPE (Campus Petrolina)
  • Josely de França Costa Graduanda em Enfermagem pela UPE (Campus Petrolina)
  • Flávia Emília Cavalcante Valença Fernandes Graduada em Enfermagem pela UPE, Mestre em Gestão em Saúde e Economia pela UFPE, Doutoranda em Inovação Terapêutica pela UFPE, Professora Assistente do UPE (Campus Petrolina)
  • Gerlene Grudka Lira Graduada em Enfermagem pela UPE, Mestre em Ciências da Saúde pela UFPE, Professora Assistente do UPE (Campus Petrolina)
Palabras clave: Sistematización de la Asistencia de Enfermería, Legislación de Enfermería, Proceso de Enfermería, Teoría de Enfermería, Conocimiento
Key-words: Nursing Legislation, Nursing Process, Nursing Theory, Knowledge
Palavras chave: Legislação de Enfermagem, Processo de Enfermagem, Teoria de Enfermagem, Conhecimento

Resumen

Abstract

Resumo

Bibliografía

1. Santos WN. Systematization of nursing care: the historical context, the process and obstacles to deployment. J. Manag. Prim Health Care, 2014; v.5 n.2 p.153-8.
2. Neco KKS. et al. Sistematização da assistência de enfermagem em instituições de saúde no brasil: revisão integrativa, Rev enferm UFPE on line; Recife, jan., 2015; 9(1):193-200.
3. Horta WA. Processo de Enfermagem. São Paulo; EPU, 1979.
4. Carpenito LJ. Diagnósticos de enfermagem: aplicação a pratica clínica, 11º ed; Porto Alegre, Artmed, 2009; p 25.
5. Meneses SRT, Priel MR, Pereira LL. Autonomia e vulnerabilidade do enfermeiro na prática da Sistematização da Assistência de Enfermagem. Rev. esc. enferm. USP São Paulo, ago, 2011; v.45, n.4.
6. COFEN. Resolução COFEN nº 358/2009. Brasília, 2009. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-3582009_4384.html Acesso em: 22/06/2017.
7. Ministério da Educação. EBSERH hospitais universitários federais. Hospital universitário da universidade do Vale do São Francisco. Brasília, 2016. Disponível em: http://www.ebserh.gov.br/web/huunivasf. Acesso em: 16 de Junho de 2017.
8. CNES - Cadastramento Nacional dos Estabelecimentos de Saúde, DATASUS. Disponível em: http://cnes.datasus.gov.br. Acesso em: jun de 2017.
9. COREN-SP. Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. Cresce a presença masculina na Enfermagem. Enfermagem revista. abr, 2014; 48-51. Disponível em: <http://portal.corensp.gov.br/sites/default/ files/48_homem_na_enfermagem.pdf#overlay-context=node/39376>. Acesso em: 07 de jun. de 2017.
10. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Síntese de Indicadores Sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2015. Rio de Janeiro – RJ, 2015. ISSN 1516-3296.
11. Machado MH, et al. Características gerais da enfermagem: o perfil sociodemográfico. Enferm. Foco. RJ, 2016; 7 (ESP): 09-14.
12. Fiocruz. Conselho Federal de Enfermagem. Conselho Regional de Enfermagem. Perfil da Enfermagem no Brasil. Brasília 2016.
13. Ministério da Educação. EBSERH hospitais universitários federais. Plano de cargos, carreriras e salários. Diretoria de gestão de pessoas. Brasília, 2016. Disponível em: www.ebserh.gov.br/web/portal-ebserh/ empregados. Acesso em: 16 de Junho de 2017.
14. Macêdo DF, Gomes CMF, Costa ACS, Finger AB. Análise do concurso público como instrumento de seleção de pessoal no setor público: percepção de um grupo de servidores de instituições federais de ensino superior. Sociais e humanas; Santa Maria, 2016 jan/abr; 29(1):92-110.
15. Lima DWC, Silveira LC, Vieira AN, Cunha BMC, Almeida ANS, Guerreiro EM. Referenciais teóricos que norteiam a prática de enfermagem em saúde mental. Esc. Anna Nery. 2014; 18(2):336-42.
16. Moreira, LHD. Identificação das principais teorias de enfermagem utilizadas nos diferentes níveis de atenção à saúde no município de Assis-SP. FEMA. Monografias. SP, 2016.
17. Felix NN, Rodrigues CDS, Oliveira VDC. Desafios encontrados na realização da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) em unidade de pronto atendimento Arq Ciênc Saúde 2009 out-dez; 16(4):155-60.
18. Silva EGC, Oliveira VC, Neves GBC, Guimarães TMR. O conhecimento do enfermeiro sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem: da teoria à prática. Rev Esc Enferm USP 2011; 45(6):1380-6.
19. Matté VM, Thofhern MB, Muniz, RM. Opinião dos enfermeiros quanto à aplicabilidade do processo de enfermagem em uma unidade de tratamento intensivo. R. gaúcha Enferm. Porto Alegre, jan 2001; v.22, n.1, p.101-21.
20. Reppetto MA, Souza MF. Avaliação da realização do registro da sistematização da assistência de enfermagem em um hospital universitário. Rev Bras Enferm. SP, 2005 maio-jun; 58(3):325-9.
21. Lima FET; Mendonça LBA, Farias LMVC, Pinheiro FR, Dantas KB. Processo de Enfermagem: aplicação em hospitais de Fortaleza – Ceará. 17º SENPE. Natal 2013.
22. Vasconcelos CP, Boaventura PP, Lima LR de et al. Nurses’ knowledge about Systematization... Rev enferm UFPE on line. 2011 jan/fev; 5(1):10-9 16 ISSN: 1981-8963 DOI: 10.5205/reuol.1137-10464-1- LE.0501201102.
23. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN. Resolução nº 358/2009. Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
24. Duarte APP, Ellensohn L. A operacionalização do processo de enfermagem em terapia intensiva neonatal. Rev Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007 out-dez; 15(4): 521-6.
25. Bonadia PR. A Relação Entre o Nível de Escolaridade e a Renda no Brasil. Faculdade de Economia e Administração. São Paulo- SP. 2008.
26. Ruas LHS, Silva LMR, Aguiar MF, Costa FM. Sistematização da assistência de enfermagem: conhecimento da equipe de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, setembro 2013; Ano 18, nº 184.
27. Oguisso T, Schmidt MJ. O exercício da Enfermagem: uma abordagem ético-legal. 3.ed. Atual. e Ampl. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
28. Andrade JSD, Vieira MJ. Prática assistencial de enfermagem: problemas, perspectivas e necesidade de sistematização. Rev. bras. enferm. [Internet]. 2005 june [cited 2017 jun 11]; 58(3): 261- 5. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S003471672005000300002&lng=en. http://dx.doi. org/10.1590/S0034-71672005000300002.
29. Oliveira D, Processo sistematizado de enfermagem fundamentado na teoria de Wanda Horta - possibilidades e limites. Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina, 2001

Novedades
Estadísticas
Cómo citar
1.
Mola, Rachel; Dias, Megliane Lopes; Costa, Josely de França; Fernandes, Flávia Emília Cavalcante Valença; Lira, Gerlene Grudka. Conocimiento de los profesionales de enfermería sobre la sistematización de la asistencia de enfermería. Revista De Pesquisa: Cuidado é Fundamental. 2019; 11(4): 887-93. Disponible en: http://ciberindex.com/c/ps/P887893 [acceso: 17/07/2019]
Sección
Pesquisa
Comentarios

DEJA TU COMENTARIO     VER 0 COMENTARIOS

Normas y uso de comentarios


Hay un total de 0 comentarios


INTRODUCIR NUEVO COMENTARIO

Para enviar un comentario, rellene los campos situados debajo. Recuerde que es obligatorio indicar un nombre y un email para enviar su comentario (el email no sera visible en el comentario).

Nombre:
e-mail:
Comentario: