Perfil epidemiológico dos contatos intradomiciliares de casos de hanseníase em capital hiperendêmica no Brasil

Epidemiological profile of in-house contacts of leprosy cases in a brazilian hypertendemic capital

Perfil pidemiológico de los contactos em casa de casos de leprosa em uma capital hipertendémica brasileña

  • Manuelle Alves Mendonça Enfermeira graduada pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Yara Nayá Lopes de Andrade Enfermeira graduada pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão UFMA, Professora do curso de Enfermagem da DeVry/Facimp, Coordenadora da Atenção Básica de Saúde de Imperatriz, Maranhão
  • Isaura Letícia Tavares Palmeira Rolim Enfermeira graduada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), PhD em Enfermagem UFC, Professora do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão UFMA, Coordenadora do Curso Profissional da Rede Nordeste em Saúde da Família (RENASF/UFMA)
  • Dorlene Maria Cardoso de Aquino Enfermeira graduada pela Universidade Federal do Maranhão UFMA, PhD em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Professora Associada na UFMA
  • Vanessa Moreira da Silva Soeiro Enfermeira graduada pela Universidade Federal do Maranhão UFMA, Mestre em Enfermagem pela UFMA, Enfermeira na Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH)
  • Leonardo Hunaldo dos Santos Biólogo graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), PhD em Zootecnia pela UFC, Professor adjunto na UFMA
Palabras clave: Lepra, Indicadores de Salud, Vigilancia en Salud Pública
Key-words: Leprosy, Health Status Indicators, Public Health Surveillance
Palavras chave: Hanseníase, Indicadores de Saúde, Vigilância em Saúde Pública

Resumen

Abstract

Resumo

Bibliografía

1. Sales AM. Controle da Hanseníase: detecção precoce através do exame de contatos e avaliação de tratamento dos pacientes submetidos a 12 doses da poliquimioterapia (PQT/OMS) [tese]. Rio de Janeiro (RJ): Instituto de Medicina Social, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, 2011.
2. World Health Organization. Global Leprosy update, 2014: need for early case detection. WklyEpidemiol Rec. 2015;90(36):461-74.
3. OMS. Organização Mundial da Saúde. Estratégia mundial de eliminação da lepra 2016-2020: Acelerar a ação para um mundo sem lepra. 2016.
4. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Situação epidemiológica da hanseníase no Brasil: análise de indicadores selecionados na última década e desafios para eliminação. Bol Epidemiol. 2013; 44(11): 1-12.
5. Pacheco MAB, Aires MLL, Seixas ES. Prevalência e controle de hanseníase: pesquisa em uma ocupação urbana de São Luís, Maranhão, Brasil. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade [Internet]. 2013 nov 25; [Citado em 2017 jul 2]; 9(30): 23-30. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/690.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia para o controle de hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.
7. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase, Malária, Tracoma e Tuberculose. Brasília: 2008.
8. Santos AS, Castro DS, Falqueto A. Fatores de risco para transmissão da Hanseníase. Rev. bras. enferm. [Internet]. 2008 Nov [cited 2017 jun 18]; 61(spe): 738-743. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672008000700014&lng=en.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Diretrizes para vigilância, atenção e eliminação da Hanseníase como problema de saúde pública: manual técnico-operacional [recurso eletrônico]. Brasília: 2016.
10. Oliveira BFA, Ignotti E, Hartwuig SV, Scatena JH, Andrade VLG. Acréscimo na detecção de casos de hanseníase como resultado da vigilância de comunicantes em 15 municípios considerados prioritários do estado do Mato Grosso, Brasil. Revista Espaço para a Saúde. 2007; 8(2): 11-9.
11. SÃO LUIS. Prefeitura de São Luís. Secretaria Municipal da Saúde- SEMUS. São Luis, 2010 [acesso em: 2016 jan 09]. Disponível em: http://www.saoluis.ma.gov.br/subportal_subpagina.asp?site=1266.
12. Peixoto BKS, Figueiredo IA, Caldas AJM, Correa RGCF, Aquino DMC. Aspectos epidemiológicos dos contatos de hanseníase no município de São Luís-Ma. Hansenol Int (online). 2011 [acesso em 2017 jun 08]; 36(1): 23-30.
13. Düppre NC, Camacho LAB, Sales AM, Illarramendi X, Nery JAC, Sampaio EP et al. Impact of PGL-I seropositivity on the protective effect of BCG vaccination among leprosy contacts: a cohort study. PLoS Negl Trop Dis. Califórnia, 2012; 6(6):e1711.
14. Trindade, LC. Avaliação da ocorrência de hanseníase entre os contatos intradomiciliares de pacientes diagnosticados em 2012 no município de João Pessoa/PB (dissertação). São Paulo: Universidade Católica de Santos, Programa de Mestrado em Saúde Coletiva; 2015.
15. IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E PESQUISAS. Estimativas da população residente em São Luís – Censo demográfico de 2010 [acesso em 2017 mar 25]. Disponível em: http://www.cidades. ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=2111300.
16. Lobato DC, Neves DCO, Xavier MB. Avaliação das ações da vigilância de contatos domiciliares de pacientes com hanseníase no Município de Igarapé-Açu, Estado do Pará, Brasil. Rev Pan-Amaz Saude [Internet]. 2016 Mar [acesso em 2017 jul 03]; 7(1): 45-53. Disponível em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S2176-62232016000100006.
17. Andrade ARC, Grossi MAF, Bührer-Sékula S, Antunes CMF. Soroprevalência do teste ML Flow em contatos de hanseníase de Minas Gerais. Rev Soc Bras Med Trop. Uberaba, 2008; 41(Suplemento II):56-59.
18. Dessunti EM, Soubhia Z, Alves E, Aranda CM, Barro MPAA. Hanseníase: o controle dos contatos no município de Londrina-PR em um período de dez anos. Rev Bras Enferm. Brasília, 2008; 61(spe): p. 689-93, Brasília 2008.
19. Durães SMB, Guedes LS, Cunha MD, Magnanini MMF, Oliveira MLWDR. Estudo epidemiológico de 107 focos familiares de hanseníase no município de Duque de Caxias - Rio de Janeiro, Brasil. An Bras Dermatol. 2010; 85(3):339-45.
20. Leite KKC, Costa JML, Barral A, Caldas AJM, Corrêa RGCF, Aquino DMC. Perfil epidemiológico dos contatos de casos de hanseníase em área hiperendêmica na Amazônia do Maranhão. Cad Saude Colet. 2009; 17: 235-249.
21. Vieira GD, Aragoso I, Carvalho RMB, Sousa CM. Hanseníase em Rondônia: incidência e características dos casos notificados, 2001 a 2012. Epidemiol Serv Saúde [Internet]. 2014 Jun [acesso 2017 jun 4]; 23(2): 269-275. Disponível em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742014000200008&lng=pt.
22. Camello RS. Detecção de casos novos de hanseníase através do exame de contatos no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Hansen Int. 2006; 31(2):15-9.
23. Temoteo RCA, Souza MM, Farias MCAD, Abreu LC, Martins Netto E., Hanseníase: avaliação em contatos intradomiciliares. ABCS Health Sci. 2013; 38(3): 133-141
24. Araújo, GR. Casos de hanseníase entre contatos de pacientes atendidos em um hospital de universitário em São Luís–MA (monografia). São Luis (MA): Universidade Federal do Maranhão; 2011.
25. Silva MS, Silva EP, Monteiro FF, Teles SF. Perfil clínico-epidemiológico da hanseníase no estado do Acre: estudo retrospectivo. Hansen Int. 2014; 39 (2): p. 19-26.
26. Oliveira, LA. Hanseníase entre contatos domiciliares no município de Maracaçumé-MA (dissertação). São Luís (MA): Universidade Federal do Maranhão; 2014.
27. Richardus RA, Alam K, Pahan D, Feenstra SG, Geluk A, Richardus JH. The combined effect of chemoprophylaxis with single dose rifampicin and immunoprophylaxis with BCG to prevent leprosy in contacts of newly diagnosed leprosy cases: a cluster randomized controlled trial (MALTALEP study). BMC Infect Dis. 2013 Oct 3; 13: 456.
28. Matos, BM. Avaliação Epidemiológica dos Contatos de Hansenianos Tratados na Unidade de Saúde de Maruípe entre 2005 e 2010 (monografia). Vitória (ES): Faculdade Estácio de Sá; 2011.
29. Smith WC, Aerts A. Role of contact tracing and prevention strategies in the interruption of leprosy transmission. Lepr Rev. 2014; 85:2-17

Novedades
Estadísticas
Cómo citar
1.
Mendonça, Manuelle Alves; Andrade, Yara Nayá Lopes de; Rolim, Isaura Letícia Tavares Palmeira; Aquino, Dorlene Maria Cardoso de; Soeiro, Vanessa Moreira da Silva; Santos, Leonardo Hunaldo dos. Perfil pidemiológico de los contactos em casa de casos de leprosa em uma capital hipertendémica brasileña. Revista De Pesquisa: Cuidado é Fundamental. 2019; 11(4): 873-9. Disponible en: http://ciberindex.com/c/ps/P873879 [acceso: 21/11/2019]
Sección
Pesquisa
Comentarios

DEJA TU COMENTARIO     VER 0 COMENTARIOS

Normas y uso de comentarios


Hay un total de 0 comentarios


INTRODUCIR NUEVO COMENTARIO

Para enviar un comentario, rellene los campos situados debajo. Recuerde que es obligatorio indicar un nombre y un email para enviar su comentario (el email no sera visible en el comentario).

Nombre:
e-mail:
Comentario: