Cuidado intersetorial em saúde mental na infância e adolescência: para além da instituição saúde

Intersectoral care in mental health in childhood and adolescence: beyond the health institution

Cuidado intersetorial en salud mental en la infancia y adolescencia: más allá de la institución salud

  • Cristiane Kenes Nunes Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) (Brasilia, Distrito Federal, Brasil)
  • Aline Basso da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil)
  • Luciane Prado Kantorski Universidade Federal de Pelotas (Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil)
  • Valéria Cristina Christello Coimbra Universidade Federal de Pelotas (Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil)
  • Agnes Olschowsky Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil)
Palabras clave: Salud mental, Niño, Acción intersectorial
Key-words: Mental health, Children, Intersectoral action
Palavras chave: Saúde mental, Criança, Ação intersetorial

Resumen

Abstract

Resumo

Bibliografía

1. Couto MCV; Delgado PGG. Crianças e adolescentes na agenda política da saúde mental brasileira: inclusão tardia, desafios atuais. Psic Clin. 2015; [citado em 22 out. 2018];27(1):17-40. Disponível em: http:// www.scielo.br/pdf/pc/v27n1/0103-5665-pc-27-01-00017.pdf.
2. Ministério da Saúde. (BR). Estatuto da criança e do adolescente. 3. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.
3. Delgado PGG. Saúde Mental e Direitos Humanos: 10 Anos da Lei 10.216/2001. Arq bras psicol. 2011; [citado em 02 out. 2018];63(2):114- 21. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/arbp/v63n2/12.pdf.
4. Romagnoli RC, Amorim AKMAA, Severo AKS, Nobre MT. Intersetorialidade em saúde mental: tensões e desafios em cidades do sudeste e nordeste brasileiro. Rev Subj. (Online). 2017; [citado em 25 out. 2018];17(3):157-68. Disponível em: https://periodicos.unifor.br/ rmes/article/view/6075/pdf.
5. Ministério da Saúde. (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília (DF); 2013. 176 p.
6. Kantorski LP, Nunes CK, Sperb LCSO, Pavani FM, Jardim VMR, Coimbra VCC. A intersetorialidade na atenção psicossocial infantojuvenil. Rev pesqui cuid fundam (Online). 2014; [citado em 25 set. 2018];6(2):651-62. Disponível em: http://citeseerx.ist.psu.edu/ viewdoc/download?doi=10.1.1.923.9812&rep=rep1&type=pdf.
7. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14ª ed. São Paulo: Hucitec; 2014.
8. Kantorski LP, Coimbra VCC, Oliveira NA, Nunes CK, Pavani FM, Sperb LCSO. Atenção psicossocial infantojuvenil: interfaces com a rede de saúde pelo sistema de referência e contrarreferência. Texto & contexto enferm. 2017; [citado em 20 set. 2018];26(3):1-10. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v26n3/0104-0707-tce- 26-03-e1890014.pdf.
9. Mota AS, Silva ALA, Souza ÂC. Educação permanente: Práticas e processos da enfermagem em saúde mental. Rev port enferm saúde mental. 2014; [Citado em 03 nov 2018]; (Spe. 4):09-16. Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/pdf/rpesm/nspe4/nspe4a02.pdf. 10.
10. Antonacci MH, Kantorski LP, Willrich JQ, Argiles CTL, Coimbra VCC, Bielemann VLM. Estrutura e fluxo da rede de saúde como possibilidade de mudança nos serviços de atenção psicossocial. Rev Esc Enferm USP. 2013; [Citado em 01 nov 2018];47(4):891-98. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v47n4/0080-6234- reeusp-47-4-0891.pdf.
11. Zaniani EJM, Luzio AC. A intersetorialidade nas publicações acerca do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil. Psicol rev. 2014; [Citado em 09 out 2018];20(1):56-77. Disponível em: http://pepsic. bvsalud.org/pdf/per/v20n1/v20n1a05.pdf.
12. Lima EMFA, Yasui S. Territórios e sentidos: espaço, cultura, subjetividade e cuidado na atenção psicossocial. Saúde debate. 2014; [Citado em 18 out 2018];38(102):593-606. Disponível em: http://www. scielo.br/pdf/sdeb/v38n102/0103-1104-sdeb-38-102-0593.pdf
13. Campos RTO, Ferrer AL, Gama CAP, Campos GWS, Trapé TL, Dantas DV. Avaliação da qualidade do acesso na atenção primária de uma grande cidade brasileira na perspectiva dos usuários. Saúde debate. 2014; [Citado em 28 set 2018];38(n. esp):252-64. Disponível em: http:// www.scielo.br/pdf/sdeb/v38nspe/0103-1104-sdeb-38-spe-0252.pdf.
14. Tszesnioski LC, Nóbrega KBG, Lima MLLT, Facundes VLD. Construindo a rede de cuidados em saúde mental infantojuvenil: intervenções no território. Ciênc Saúde Colet. 2015; [Citado em 15 set 2018];20(2):363-70 Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csc/ v20n2/1413-8123-csc-20-02-0363.pdf.
15. Oliveira AKS, Araújo MS, Silva DFC. Conhecimento, diálogo e movimento: Sobre o desafio de tecer redes de atenção psicossocial. Veredas. 2014; [Citado em 09 set 2018];7(2)95-108. Disponível em: http://veredas.favip.edu.br/ojs/index.php/veredas1/article/ view/260/301.
16. Saraceno B. Reabilitação Psicossocial: uma estratégia para o milênio. (In): Pitta A. Reabilitação Psicossocial no Brasil. São Paulo: HUCITEC; 2001

Novedades
Estadísticas
Cómo citar
1.
Nunes, Cristiane Kenes; Silva, Aline Basso da; Kantorski, Luciane Prado; Coimbra, Valéria Cristina Christello; Olschowsky, Agnes. Cuidado intersetorial en salud mental en la infancia y adolescencia: más allá de la institución salud. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental. 2020; 12(1): 232-7. Disponible en: http://ciberindex.com/c/ps/P232237 [acceso: 18/01/2021]
Sección
Pesquisa
Comentarios

DEJA TU COMENTARIO     VER 0 COMENTARIOS

Normas y uso de comentarios


Hay un total de 0 comentarios


INTRODUCIR NUEVO COMENTARIO

Para enviar un comentario, rellene los campos situados debajo. Recuerde que es obligatorio indicar un nombre y un email para enviar su comentario (el email no sera visible en el comentario).

Nombre:
e-mail:
Comentario: