La Violencia Doméstica Contra las Mujeres: Las Representaciones Sociales de los Profesionales de Atención Primaria de Salud

Domestic Violence Against Women Perpetrated by Intimate Partner: Professionals’ Social Representations in Primary Health Care

Violência Doméstica Contra a Mulher Perpetrada por Parceiro Íntimo: Representações Sociais de Profissionais da Atenção Primária à Saúde

  • Walquíria Jesusmara dos Santos Universidade Federal de São João del-Rei (Minas Gerais, Brasil)
  • Patrícia Peres de Oliveira Universidade Federal de São João del-Rei (Minas Gerais, Brasil)
  • Selma Maira da Fonseca Viegas Universidade Federal de São João del-Rei (Minas Gerais, Brasil)
  • Thiago Magela Ramos Atenção Básica-Saúde da Família (Minas Gerais, Brasil)
  • Aryanne Gabrielle Policarpo Universidade Federal de São João del-Rei (Minas Gerais, Brasil)
  • Edilene Aparecida Araújo da Silveira
Palabras clave: Violencia doméstica, Violencia contra la Mujer, Atención Primaria de Salud

Resumen

Abstract

Resumo

Bibliografía

1. Brasil. Diário Oficial da União. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Dispõe sobre a violência doméstica contra a mulher. Brasília(DF); 2006. [cited 2016 Nov 20]. Available from: http://www.planalto.gov. br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm.
2. Almeida LR, Silva ATMC, Machado LS. Jogos para capacitação de profissionais de saúde na atenção à violência de gênero. Rev Brasileira de Educação Médica. 2013; 37(1): 110-19.
3. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise de Situação de Saúde. Viva: instrutivo de notificação de violência doméstica, sexual e outras violências. Brasília (DF): MS; 2011.
4. Waiselfisz JJ. Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil. 1. ed. Brasília (DF): 2015.
5. Devries KM, Mak JYT, García-Moreno C, Petzold M, Child JC, Falder G et al. The global prevalence of intimate partner violence against women. Science. 2013; 340(6140):1527-8.
6. Osis MJD, Duarte GA, Faúndes A. Violência entre usuárias de unidades de saúde: prevalência, Perspectiva e conduta de gestores e profissionais. Rev. Saúde Pública. 2012; 46(2): 351-8
7. Brum CRS, Lourenço LM, Gebara CFP, Ronzani TM. Violência Doméstica e Crenças: Intervenção com Profissionais da Atenção Primária à saúde. Psicologia em Pesquisa UFJF. 2013; 7(2): 242-250.
8. Porto RTS, Bispo Júnior JP, Lima EC. Violência Doméstica e Sexual no âmbito da Estratégia de Saúde da Família: atuação profissional e barreiras para o enfrentamento. Physis Revista de Saúde Coletiva. 2014; 24(3): 787-807.
9. World Health Organization (WHO). Responding to Intimate Partner Violence and Sexual Violence Against Women. Clinical and Policy Guideline. Geneva (CH): WHO; 2013.
10. Baraldi ACP, Almeida AM, Perdoná GC, Vieira EM. Violência contra a mulher na rede de atenção básica: o que os enfermeiros sabem sobre o problema? Rev. Bras. Saúde Matern. Infant. 2012; 12(3): 307-318.
11. Moreira TNF, Martins CL, Feuerwerker LCM, Schraiber LB. A construção do cuidado: o atendimento às situações de violência doméstica por equipes de Saúde da Família. Saúde Soc. São Paulo. 2014; 23(3): 814-827.
12. Vieira LJES, Ferreira RC, Moreira GAR, Gondim APS, Araujo MAL, Silva RM. Factors associated to the imposition of types of violence against women informed in sentry services. Rev. Latino- Am. Enfermagem. 2013 July-Aug; 21(4):920-7.
13. Roisin J. De la survivance à la vie: essai sur le traumatisme psychique et sa guérison. Paris (FR): PUF; 2010.
14. Moscovici S. Representações sociais: investigações em psicologia social. 6.ed. Petrópolis (RJ): Vozes; 2009.
15. Backes DS, Colomé JS, Erdmann RH, Lunardi VL. Grupo focal como técnica de coleta e análise de dados em pesquisas qualitativas. O Mundo da saúde. 2011; 35(4): 438-42.
16. Demazière D, Dubar C. Analyser les entretiens biographiques: l’exemple de récits d’insertion. Paris: Natahan; 1997.
17. Stöckl H, Devries K, Rotstein A, Abrahams N, Campbell J, Watts C et al. The global prevalence of intimate partner homicide: a systematic review. The Lancet. 2013; 382(9895): 859-65.
18. Fonseca-Machado MO, Alves LC, Freitas PS, Monteiro JCS, Gomes-Sponholz F. Mental health of women who suffer intimate partner violence during pregnancy. Invest Educ Enferm. 2014;32(2): 291-305.
19. Almeida LR, Silva ATMC, Machado LS. O Objetivo, a finalidade e os instrumentos do processo de trabalho em saúde na atenção à violência de gênero em um serviço de atenção básica. Interface Comunic, Saúde, Educ. 2014; 18(48): 47-59.
20. Hayati EN, Eriksson M, Hakimi M, Högberg U, Emmelin M. ‘Elastic band strategy’: women’s lived experiences of coping with domestic violence in rural Indonesia. Global Health Action. 2013; 6:1-12.
21. Kyegombe N, Starmann E, Devries KM, Michau L, Nakuti J, Musuya T et al. ‘SASA! is the medicine that treats violence’. Qualitative findings on how a community mobilisation intervention to prevent violence against women created change in Kampala, Uganda. Global Health Action. 2014 [cited 2015 Dec 18] Available from: http://www.globalhealthaction.net/index.php/gha/ article/view/25082.
22. Budó MLD, Schimith MD, Silva DC, Silva SO, Almeida PB. Percepções sobre a violência no cenário de uma unidade de Saúde da Família. Cogitare enferm. 2012; 17(1): 21-8.
23. Jodelet D. As representações sociais. Tradução: Lilian Ulup. Rio de Janeiro: UERJ; 2001.
24. Calvo González G, Camacho Bejarano R. La violencia de género: evolución, impacto y claves para su abordaje. Enfermeria Global [Internet] 2014 [acceso 2016 Mar 11]; 16:1-10. Available from: file:///C:/Users/User/Downloads/181941-685661-1-PB.pdf
25. Horn R, Puffer ES, Roesch E, Lehmann H. Women’s perceptions of effects of war on intimate partner violence and gender roles in two post-conflict West African Countries: consequences and unexpected opportunities. Conflict and Health. 2014; 8:12.
26. Fonseca DH, Ribeiro CG, Leal NSB. Violência doméstica contra a mulher: realidades e representações sociais. Psicol Soc. 2012; 24(2): 307-14.
27. Santos MA, Vieira EM. Recursos sociais para apoio às mulheres em situação de violência em Ribeirão Preto, SP, na perspectiva de informantes-chave. Interface Comunic, Saúde, Educ. 2011;15(36): 93-108.
28. Santos DF, Castro DS, Lima EFA, Albuquerque Neto L, Moura MAV, Leite FMC. The women’s perception on the violence experienced. Rev Fund Care Online. 2017 jan/mar; 9(1):193-99. DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2017.v9i1.193-199.
29. Kiss LB, Schraiber LB. Temas medico-sociais e a intervenção em saúde: a violência contra mulheres no discurso dos profissionais. Ciênc Saúde Coletiva. 2011; 16(3): 1943-52.
30. Oliveira PP, Viegas SMF, Santos WJ, Silveira EAA, Elias SC. Women victims of domestic violence: a phenomenological approach. Texto Contexto Enferm. 2015; 24(1): 196-203.
31. Guedes RN, Fonseca RMGS, Egry EY. Limites e possibilidades avaliativas da Estratégia Saúde da Família para a violência de gênero. Rev. Esc. Enferm. USP.2013; 47(2): 304-11.
32. Júnior FJGS, Tolentino ES, Oliveira AKS, Monteiro CFS. Chemical dependency and violence in the female universe: an integrative review. Rev Fund Care Online. 2016 jul/set; 8(3):4681-8. DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2016.v8i3.4681-4688

Novedades
Estadísticas
Cómo citar
1.
Santos, Walquíria Jesusmara dos; Oliveira, Patrícia Peres de; Viegas, Selma Maira da Fonseca; Ramos, Thiago Magela; Policarpo, Aryanne Gabrielle; Silveira, Edilene Aparecida Araújo da. La Violencia Doméstica Contra las Mujeres: Las Representaciones Sociales de los Profesionales de Atención Primaria de Salud. Revista De Pesquisa: Cuidado é Fundamental. 2018; 10(3): 770-7. Disponible en: http://ciberindex.com/c/ps/P103770 [acceso: 14/12/2018]
Sección
Pesquisa
Comentarios

DEJA TU COMENTARIO     VER 0 COMENTARIOS

Normas y uso de comentarios


Hay un total de 0 comentarios


INTRODUCIR NUEVO COMENTARIO

Para enviar un comentario, rellene los campos situados debajo. Recuerde que es obligatorio indicar un nombre y un email para enviar su comentario (el email no sera visible en el comentario).

Nombre:
e-mail:
Comentario: