PICOT-clinic, acrónimo para a inferência do raciocínio clínico em enfermagem

PICOT-clinic, acronym for inference of clinical reasoning in nursing

PICOT-clinic, acrónimo para la inferencia del razonamiento clínico en enfermería

  • Carlos Melo Dias Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (Coimbra, Portugal)
Palabras clave: Razonamiento clínico, PICOT-clínico, Enfermería, Intervenciones de enfermería focalizadas, Priorización, Conocimiento
Key-words: Clinical Reasoning, PICOT-clinic, Nursing, Tailored nursing interventions, Prioritization, Knowing
Palavras chave: Raciocínio clínico, PICOT-clinic, Enfermagem, Intervenções de enfermagem focadas, Priorização, Conhecimento

Resumen

Abstract

Resumo

Bibliografía

Ackley, B., & Ladwig, G. (2014). Nursing diagnosis handbook: an evidence-based guide to planning care (10th ed.). Maryland Heights, Missouri: Mosby Elsevier.
Baixinho, C., Ferraz, I., Ferreira, Ó., & Rafael, H. (2014). A arte e a aprendizagem dos padrões de conhecimento em enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 48(spe2), pp. 164-170. Retrieved from https://doi.org/10.1590/S0080-623420140000800024
Benner, P. (2015). Curricular and pedagogical implications for the Carnegie Study, educating nurses: a call for radical transformation. Asian Nursing Research(9), pp. 1-6. doi:10.1016/j.anr.2015.02.001
Benner, P., Hughes, R., & Sutphen, M. (2008). Clinical Reasoning, Decisionmaking, and Action: Thinking Critically and Clinically. In R. Hughes, Patient Safety and Quality: An Evidence-Based Handbook for Nurses. Rockville: Agency for Healthcare Research and Quality (US). Retrieved from https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK2643/
Benner, P., Sutphen, M., Leonard, V., & Day, L. (2009). Educating nurses: A call for radical transformation. San Francisco: CA: Jossey-Bass.
Blakey, E. (2015, Dec). Teamwork and solidarity: improving health care for all. Br J Nurs, 24(22). doi:10.12968/bjon.2015.24.22.1164
Carper, B. (1978). Fundamental patterns of knowing in nursing. Advances in Nursing Science, 1(1), pp. 13-23.
Chinn, P. (2017, January). Nurses Declaration of Solidarity and Resistance. Retrieved 8 21, 2018, from https://nursemanifest.com/2017/01/30/nurses-declaration-of-solidarity-and-resistance/
Chinn, P., & Kramer, M. (1995). Theory and Nursing a Systematic Approach (4th ed.). St. Louis: Mosby Year Book.
Corrigan, P., Watson, A., Warpinski, A., & Gracia, G. (2004). Stigmatizing Attitudes about Mental Illness and Allocation of Resources to Mental Health Services. Community Mental Health Journal, 40(4), pp. 297-307.
CRD – Centre for Reviews and Dissemination. (2009). Systematic Reviews – CRD’s guidance for undertaking reviews in health care. York: CRD, University of York.
Dan, X., Xu, S., Liu, J., Hou, R., Liu, Y., & Ma, H. (2018). Innovative behaviour and career success: Mediating roles of self-efficacy and colleague solidarity of nurses. International Journal of Nursing Sciences, 5(3), pp. 275-280. doi:https://doi.org/10.1016/j.ijnss.2018.07.003
Doran, G. (1981). There’s a S.M.A.R.T. Way to Write Management’s Goals and Objectives. Management Review(70), pp. 35-36.
Echevarria, I., & Walker, S. (2014). To make your case, start with a PICOT question. Nursing, 44(2), pp. 18-9. doi:10.1097/01.NURSE.0000442594.00242.f9
Egry, E. (2011). O tsunami, a solidariedade e a construção social do conhecimento em enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 45(4), pp. 799-801. doi:https://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342011000400001
Elias, B., Polancich, S., Jones, C., & Convoy, S. (2015, Oct). Evolving the PICOT Method for the Digital Age: The PICOT-D. J Nurs Educ, 54(10), pp. 594-9. doi:10.3928/01484834-20150916-09
Fernandes, D., Verissimo, F., & Gama, G. (2013). Humanização da Dor e do Sofrimento - Refletir sobre o cuidar em fim de vida. Revista Nursing(289 (ano 26)). Retrieved Agosto 11, 2018, from http://www.nursing.pt/wp-content/upload
Gomes, D., & Ramos, F. (2015). Solidariedade, aliança e comprometimento do profissional da saúde nas práticas do Sistema Único de Saúde (SUS): um debate bioético. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 19(52), pp. 9-20. doi: https://dx.doi.org/10.1590/1807-57
Heath, H. (1998). Reflections and patterns of knowing in nursing. Journal of advanced nursing. Journal of advanced nursing, 27(5), pp. 1054-1059.
Herdman, T. H., & Kamitsuru, S. (2015). Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2015-2017. (R. M. Garcez, Trans.) Porto Alegre: Artmed.
Jahoda, M. (1958). Current concepts of positive mental health. Joint Commission on Mental Illness and Health. Basic Books Inc., Publishers, New York.
Johns, C. (2010). Guided Reflection: A Narrative Approach to Advancing Professional Practice (2nd ed.). (Wiley-Blackwell, Ed.)
Kim, H., & Kollack, I. (2006). Nursing Theories Conceptual & Philosophical Foundations (2nd ed.). New York, USA: Springer Publishing Company, Inc.
Kolb, A., & Kolb, D. (2008). Experiential Learning Theory: A Dynamic, Holistic Approach to Management Learning, Education and Development. In S. Armstrong, & C. Fukami, Handbook of Management Learning, Education and Development. London: Sage Publications.
Leininger, M., & Watson, J. (1990). The caring imperative in education. New York: National League for Nursing. New York: National League for Nursing.
Lima, P. (2012, Fevereiro). Heidegger e a fenomenologia da solidão humana. Tese de Doutoramento em Antropologia Filosófica. Retrieved Agosto 11, 2018, from https://run.unl.pt/bitstream/10362/8609/1/ Heidegger%20e%20a%20fenomenologia%20da%20solid%C3%A3o%20humana%20%28vol.%20 I%29.pdf
Lluch, M. (2003). Construcción y análisis psicométrico de un cuestionario para evaluar la salud mental positiva. Psicología Conductal(11), pp. 61-78.
Magalhães, M. D., & Lopes, M. J. (2013). Raciocínio e tomada de decisão em enfermagem. Comunicação apresentada no âmbito das oficinas temáticas promovidas pelo centro de investigação em ciências e tecnologias da saúde e pela escola de enfermagem da universidade de Évora. Retrieved fev 6, 2014, from https://dspace.uevora.pt/rdpc/handle/10174/10325
Meleis, A. (2010). Transitions theory middle-range and situation-specific theories in nursing research and practice. New York: Springer Publishing Company.
Melnyk, B., & Fineout-Overholt, E. (2010). Evidence-based practice in nursing & healthcare: A guide to best practice. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins.
Melo-Dias, C. (2015a)). Estrutura de projeto de investigação, revisitada. Revista Nursing (online). Retrieved from http://www.nursing.pt/estrutura-de-projeto-de-investigacao-revisitada/
Melo-Dias, C. (2015b). Habilidades de conversação em adultos com esquizofrenia. Porto: Universidade Católica Portuguesa, Instituto de Ciências da Saúde. Retrieved from http://hdl.handle.net/10400.14/19361
Melo-Dias, C. (2020a? no prelo). Atividades de Ocupação Terapêutica (AOT). In E. H. (Coordenadora), Cuidado centrado no cliente [título provisório]. Lisboa: Lusodidacta.
Melo-Dias, C. (2020b? no prelo). Atividades de Ocupação Terapêutica – planificação, prescrição, execução e avaliação de Intervenções de Enfermagem Focadas com objetivos SMARTp.
Melo-Dias, C., & Lopes, M. (2010). Raciocínio Clínico em Enfermagem. Revista Portuguesa de Enfermagem, pp. 33-47.
Melo-Dias, C., & Silva, C. (2015). Sobre a vulnerabilidade…. Psicologia, Saúde & Doenças, 16(3), pp. 411-42. doi:http://dx.doi.org/10.15309/15psd160311
Melo-Dias, C., Rosa, A., & Pinto, A. (2014). Atividades de Ocupação Terapêutica – intervenções de enfermagem estruturadas em reabilitação psicossocial. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, 11:15-23.
Melo-Dias, C., Rosa, A., & Pinto, A. (2016). Reasoning and planning of therapeutic occupation activities. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, pp. 63-70.
Mendes, M., Lopes, V., & Melo-Dias, C. (2020? no prelo). Autoestigma no Adulto com Esquizofrenia e sua influência na Adesão e Recovery – revisão integrativa. [no prelo].
Moorhead, S., Johnson, M., Maas, M., & Swanson, E. (2010). NOC – Classificação de Resultados de Enfermagem (4ª edição ed.). Elsevier Editora.
Munhall, P. (1993). Toward another pattern of knowing. Nurs Outlook, 41, pp. 125-128.
Nunes, L. (2010). Do perito e do conhecimento em enfermagem: uma exploração da natureza e atributos dos peritos e dos processos de conhecimento em enfermagem. Percursos(17), pp. 3-13. Retrieved from http://web.ess.ips.pt/Percursos/pdfs/Percursos_n17.pdf
Ordem dos Enfermeiros. (2001). Padrões de Qualidade dos Cuidados de Enfermagem. Enquadramento Conceptual. Enunciados Descritivos. Ordem dos Enfermeiros. Retrieved from http://www.ordemenfermeiros.pt/publicacoes/Documents/PadroesqualidadeCuidadosEnfermagem.pdf
Ordem dos Enfermeiros. (2011, Outubro 22). Regulamento dos padrões de qualidade dos cuidados especializados de enfermagem de saúde mental.
Ortiz, M. (2018). Patient-Centered Care: Nursing Knowledge and Policy. Nursing Science Quarterly, 31(3), pp. 291-295. doi: https://doi.org/10.1177/0894318418774906
Papathanasiou, I., Kleisiaris, C., Fradelos, E., Kakou, K., & Kourkouta, L. (2014). Critical Thinking: The Development of an Essential Skill for Nursing Students. Acta Informatica Medica, 22(4), pp. 283–286. doi:http://doi.org/10.5455/aim.2014.22.283-286
Parker, M. (2001). Nursing Theories and Nursing Practice. Philadelphia, USA: F. A. Davis Company.
Pedrosa-de-Jesus, H., Almeida, P., & Watts, M. (2004). Questioning Styles and Students’ Learning: Four case studies. Educational Psychology: An International Journal of Experimental Educational Psychology, 24(4), pp. 531-548. doi:http://dx.doi.org/10.1080/0144341042
Pessiní, L. (2002). Humanização da dor e sofrimento humanos no contexto hospitalar. Revista Bioética, 10(2), pp. 51-72.
Phaneuf, M. (2001). Planificação de cuidados: um sistema integrado e personalizado. Coimbra: Quarteto.
Pires, M. (2005). Politicidade do cuidado como referência emancipatória para a enfermagem: conhecer para cuidar melhor, cuidar para confrontar, cuidar para emancipar. Rev. latinoam. enferm. (Online), 3(5), pp. 729-36. Retrieved 8 14, 2018, from http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104- 11692005000500018&script=sci_abstract&tlng=pt
Portugal. (2015, Setembro 16). Lei n.º 156/2015 – Segunda alteração ao Estatuto da Ordem dos Enfermeiros. Diário da República, 1.ª série(181). Retrieved Agosto 11, 2018, from http://data.dre.pt/eli/ lei/156/2015/09/16/p/dre/pt/html
Potter, P., Perry, A., Stockert, P., & Hall, A. (2016). Fundamentals of Nursing - E-Book (9th ed.). Elsevier Health Sciences. Retrieved 8 2018, from https://play.google.com/books/reader?id=eCKKCwAAQBAJ&hl=en_ US&pg=GBS.PA54
Premji, S., & Hatfield, J. (2016). Call to Action for Nurses/Nursing. BioMed Research International(Article ID 3127543). doi:http://doi.org/10.1155/2016/3127543
Queirós, P. (2014, jul-sep). Reflexões para uma epistemologia da enfermagem. Texto Contexto Enferm, 23(3). Retrieved Outubro 2018, from http://www.index-f.com/textocontexto/2014/r23776.php
Roach, M. (2002). Caring the human mode of being: a Blueprint for the Health Professions (2nd rev. ed.). Canadian Ottawa: CHA Press, 2002 (2nd rev. ed. ed.). Canadian Ottawa: CHA Press.
Robinson, J. (2012). Solidarity in nursing: ICN leads the way. International Nursing Review, 59(3), p. 3. doi:1111/j.1466-7657.2011.00971.x
Rorty, R. (1989). Contingency, Irony, and Solidarity. USA: Cambridge University Press.
Sakamoto, M. (2018, Jul). Nursing knowledge: A middle ground exploration. Nurs Philos (Epub), 19(3), p. e12209. doi:10.1111/nup.12209
Sartorius, N. (2002). Iatrogenic stigma of mental illness. BMJ: British Medical Journal, 324(7352), pp. :1470-1471. doi:http://dx.doi.org/10.1136/bmj.324.7352.1470
Schön, D. A. (1983). The Reflective Practitioner: How Professionals Think in Action. New York: Basic Books.
Sepasi, R., Borhani, F., & Abbaszadeh, A. (2017). Nurses’ perception of the strategies to gaining professional power: A qualitative study. Electronic Physician, 9(7), pp. 4853–4861. doi:http://doi. org/10.19082/4853
Sequeira, C. (2006). Introdução à prática clínica: do diagnóstico à intervenção em enfermagem de saúde mental e psiquiatria. Coimbra: Quarteto Editora.
Siewert, J., Santos, E., & Alvarez, A. (2013). Padrões de conhecimento em enfermagem na produção de um grupo de estudos sobre idosos. In A. Nacional (Ed.), 17º SENPE – Seminário nacional de pesquisa em enfermagem. Brasil. Retrieved from http://www.abeneventos.com.br/anais_senpe/17senpe/ pdf/1673co.pdf
Silva, D., & Batoca, E. (2003). O conhecimento científico e a enfermagem. Millenium(27). Retrieved consultado em Ago, 2018, from http://www.ipv.pt/millenium/Millenium27/13.htm
Smith, M. (1992). Is all knowing personal knowing? Nursing Science Quarterly, 5(1), pp. 2-3. doi: https:// doi.org/10.1177/089431849200500102
Sousa, L., Marques, J., Firmino, C., Frade, F., Valentim, O., & Antunes, A. (2018). Modelos de formulação da questão de investigação na Prática Baseada na Evidência. Revista Investigação Enfermagem, 2(23), pp. 31-39.
Vale, E., & Pagliuca, L. (2011). Construção de um conceito de cuidado de enfermagem: contribuição para o ensino de graduação. Revista Brasileira de Enfermagem, 64(1), pp. 106-113. doi:https://dx.doi. org/10.1590/S0034-71672011000100016
van Graan, A. C., Williams, M. J., & Koen, M. P. (2016). Professional nurses’ understanding of clinical judgement: A contextual inquiry. Health SA Gesondheid, 21(1), pp. 280-293.
Vivar, I. H. (2013). La solidaridad en la enfermería. Revista Cubana de Medicina Militar, 42(2), pp. 132- 133. Retrieved 21 2018, Outubro, from http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0138- 65572013000200001&lng=es&tlng=es.
Waldow, V. (1998). In D. Meyer, V. Waldow, & M. Lopes, Marcas da diversidade: saberes e fazeres da enfermagem contemporânea. Porto Alegre: Artes Médica.
Waldow, V., & Borges, R. (2011). Cuidar e humanizar: relações e significados. Acta Paulista de Enfermagem, 24(3), pp. 414-418. doi:https://dx.doi.org/10.1590/S0103-21002011000300017
Waldow, V., & Fensterseifer, L. (2011). Saberes da enfermagem - a solidariedade como uma categoria essencial do cuidado. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, 15(3), pp. 629-632. doi:https://dx.doi. org/10.1590/S1414-81452011000300027
Watson, J. (2017, Jan). Elucidando a disciplina de enfermagem como fundamental para o desenvolvimento da enfermagem profissional. Texto & Contexto - Enfermagem, 26(4). doi:https://dx.doi.org/10.1590/0104- 07072017002017editorial4
White, J. (1995, Jun). Patterns of knowing: Review, critique, and update. Advances in Nursing Science, 17(4), pp. 73-86.
Wolff, L. (1996, jan/jul). Uma contribuição à reflexão sobre o conhecimento e o cuidado de enfermagem. Cogitare Enfermagem, 1(1), pp. 34-38.
Zander, P. (2007). Ways of knowing in nursing: the historical evolution of a concept. J Theor Construct Test, 11(1), pp. 7–11.
Zubin, J., & Spring, B. (1977). Vulnerability – A new view of schizophrenia. Journal of Abnormal Psychology, 86(2), pp. 103-26

Novedades
Estadísticas
Cómo citar
1.
Dias, Carlos Melo. PICOT-clinic, acrónimo para la inferencia del razonamiento clínico en enfermería. Cultura de los cuidados. 2020; (58): 271-95. Disponible en: http://ciberindex.com/c/cc/58271cc [acceso: 16/01/2021]
Sección
Teoría y métodos enfermeros
Comentarios

DEJA TU COMENTARIO     VER 0 COMENTARIOS

Normas y uso de comentarios


Hay un total de 0 comentarios


INTRODUCIR NUEVO COMENTARIO

Para enviar un comentario, rellene los campos situados debajo. Recuerde que es obligatorio indicar un nombre y un email para enviar su comentario (el email no sera visible en el comentario).

Nombre:
e-mail:
Comentario: